<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22780278</id><updated>2009-11-01T08:59:56.976-08:00</updated><title type='text'>Entrevistas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://entrevistasdafolha.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22780278/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entrevistasdafolha.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Centro Social A Fouce</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14358022279081086009</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22780278.post-6962420669941986698</id><published>2007-09-04T13:09:00.000-07:00</published><updated>2007-09-04T13:12:53.625-07:00</updated><title type='text'>Entrevistamos a... os de Quistiláns.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_IYjV3QKVMZk/Rt28PlkPGCI/AAAAAAAAAOs/abujsEZcE3w/s1600-h/Sin+tÃ&amp;shy;tulo1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106444528476166178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_IYjV3QKVMZk/Rt28PlkPGCI/AAAAAAAAAOs/abujsEZcE3w/s320/Sin+t%C3%ADtulo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Colhemos aos de Quistiláns no miolo da aldeia, recém vidos dumha viagema Negueira de Munhiz. Os irmaos Rubén e Xosé Ramón (Nhagho) Melide Romai levam algo mais dum lustro a rimarem umhas palavras com outras para elaborar coerentes e contundentes mensagens. Um momento com eles afasta-nos da imagem de rapeiro californiano coberto de ouro que vemos tam amiúde. Isto é rap de aldeia. Ainda faltando o Roi, de viagem na Suíça, hoje a Folha da Fouce dá-lhes a palavra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando começastes a rapear? Qual foi o motivo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH:Eu comecei no ano 2001, dado que a gente maior da minha aldeia já estava a rapear daquela. Eu tamém decidim provar, porque tinha gana de dar a conhecer as minhas ideias e inquedanças como faziam eles.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R:O meu começo foi no ano 2000 na casa do Naipi no meio da aldeia de Quistiláns. Lembro que começámos o Naipi, o Noé e mais eu a rapear um dia perto do Nadal, cebando-nos com Raphael e o pianista de Cine de Barrio. Depois tivemos um grupo que tivo vários nomes (o mais conhecido deles foi Palavra Maestra). Com ele demos vários concertos, até que o projecto acabou por rachar. Agora mesmo venho dum período de certa inactividade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Por quê só em galego?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH: É a língua que me ensionárom e que sei desde que nascim. Nom me sei exprimir melhor em nengumha outra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R: E ademais é um orgulho ser falante de galego nestes tempos de etnocídio e globalizaçom corrossiva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qual adoita ser a temática das vossas letras?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH: Eu falo das cousas que acontecem ao meu arredor: a autovia, o lume no monte, o turismo agressivo, a especulaçom...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R: Eu tamém vou um pouco por aí, mas as minhas letras nom tenhem um conteúdo exclusivamente sócio-político. Tamém gosto de escrever sobre qualquer paranóia ou curiosidade, caralhadas e cousas que che fam passá-lo bem. Se falas só da realidade crua e nua, convertes-te num pessimista e podes apanhar umha úlcera. A chave, como em tantas outras cousas, é o equilíbrio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O hip-hop sói associar-se às cadeias de ouro e a condutas egocêntricas ou mesmo violentas. É esta umha associaçom correcta?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH: Nadinha de nada... buá...essa que a responda este! Isso é estética. O que realmente importa é a mensagem dos temas. Muita gente leva roupa rechamante e mui pouca gente fala da realidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R: O tópico estendido massivamente acerca do hip-hop é esse. Para qualquer pessoa que conhece a sua história, isto é um absurdo.Existe o que estás a dizer, mas também existe o contrário, e umha loga escala de intermeios. Suponho que a percentagem de rapeiros violentos será similar à de pessoas violentas em geral, e o mesmo para o egocentrismo. Tamém dim que os cataláns som tacanhos ou que os bascos som uns animais...os tópicos estám para isso, para nom lhes fazer caso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quais som para vós os principais problemas da vossa aldeia e da Amaía em geral?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH: A especulaçom, a construçom desmesurada, a autovia que figérom para os madrilenhos irem de Compostela à praia, a contaminaçom do Sar e um longo etcétera.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R: Ademais disto, o perigo que corre a nossa língua e a nossa cultura, o muitíssimo que se droga a mocidade (e nom estou a falar de vinhos e caroços) e o consumismo. Relacionado co da autovia, a estúpida cultura do veículo de motor privado. É um círculo vicioso complicadode fechar. Isto sem contar a situaçom concreta de Quitiláns. Onte éramos umha aldeia e amanhá seremos um bairro residencialcompostelano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;E as soluçons?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NH: Em realidade hai muitas, mas é todo tam complicado...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R: Existem as soluçons quotidianas e a soluçom global que terá que chegar. Como soluçons quotidianas estám aquelas que nos afastam do modelo de vida de autómata: conhecer, defender e cuidar a nossa terra, falar só em galego, produzir menos lixo, posicionar-nos em contra do Exército estrangeiro que recluta os moços de aquí aproveitando-se do desemprego... Temos todo um mundo de pequenas soluçons no dia-a-dia. A soluçom total virá quando a Terra seja da gente e nom da oligarquia, quando Galiza seja dona de si mesma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22780278-6962420669941986698?l=entrevistasdafolha.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entrevistasdafolha.blogspot.com/feeds/6962420669941986698/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=22780278&amp;postID=6962420669941986698' title='37 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22780278/posts/default/6962420669941986698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22780278/posts/default/6962420669941986698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entrevistasdafolha.blogspot.com/2007/09/entrevistamos-os-de-quistilns.html' title='Entrevistamos a... os de Quistiláns.'/><author><name>Centro Social A Fouce</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14358022279081086009</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09658064527885574185'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_IYjV3QKVMZk/Rt28PlkPGCI/AAAAAAAAAOs/abujsEZcE3w/s72-c/Sin+t%C3%ADtulo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>37</thr:total></entry></feed>